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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Alistamento Militar pela Internet de 02 a 30/06/2019 para jovens nascidos em 2001

SAIBA COMO FAZER O ALISTAMENTO PELA INTERNET

O prazo para o alistamento no serviço militar já começou. A partir desta quarta-feira (02/01/2019), foi aberto o perídio de alistamento militar aos jovens brasileiros que nasceram em 2001 e deverão fazer o registro na página oficial.
O processo pode ser feito em computadores, tabletes e celulares até o próximo dia 30.
A medida vale para as pessoas do sexo masculino, sejam elas cis ou transgêneros. As mulheres não atuam no serviço militar em tempos de paz.

Diferentemente dos outros anos, em 2018 o alistamento militar passou a ser feito também pela internet em todos os estados do País. Assim, quem completa 18 anos até dezembro pode acessar o site www.alistamento.eb.mil.br e se cadastrar em poucos passos. Quem preferir realizar o processo em uma Junta de Serviço Militar deve procurar a mais próxima de onde mora para se inscrever.  
Ao acessar a página, o jovem deve informar se há algum motivo que o impeça de ingressar no serviço militar. Caso não haja restrições, basta clicar no quadro "alistamento militar" e em seguida criar uma conta para prosseguir com o processo.
Quando o registro é concluído, é gerado um número no Certificado de Alistamento Militar (CAM). Com ele, o jovem pode consultar no mesmo site se prossegue para o Serviço Militar nas Forças Armadas (Marinha, Exército, Aeronáutica) ou se será dispensado, recebendo o Certificado de Dispensa de Incorporação (CDI).
O alistamento termina no último dia útil do mês de junho e é necessário possuir um número de CPF para validar as informações. Quem não tem CPF deve levar a certidão de nascimento, comprovante de residência e identidade à Junta Militar. Para os que vivem no exterior e não têm número de CPF, o alistamento deve ser feito em uma repartição consular.
PRAZO PARA O ALISTAMENTO
Os convocados passam por uma seleção entre julho e outubro e, em seguida, recebem treinamento nos quartéis do Exército, Marinha ou Aeronáutica. Essa opção só é feita na etapa de seleção. Se o jovem perder o prazo para se alistar, é preciso procurar a Junta Militar para quitar a multa de R$ 4,14. Quem está irregular com o serviço militar fica impedido de assumir cargo público, tirar passaporte e se matricular em instituições de ensino, por exemplo.
DISPENSA
Contudo, há situações específicas em que os rapazes podem ser dispensados do alistamento. Quem for o único responsável pelo sustento da família deve procurar a Junta Militar do município para deixar de participar do alistamento. Já os portadores de necessidades especiais podem pedir a isenção do serviço militar. Nesses casos, é preciso apresentar um laudo médico que comprove o diagnóstico.
SERVIÇO ALTERNATIVO
Há ainda a possibilidade de se alistar para fazer um serviço alternativo. Isso é possível quando o candidato tem convicções religiosas ou políticas que o impedem de servir às Forças Armadas. Nessas situações, o líder religioso, político ou filosófico deve redigir uma declaração para justificar o pedido. Junto da declaração, o jovem precisa entregar o requerimento de prestação de serviço alternativo.
USO DO NOME SOCIAL
Durante a inscrição, os jovens podem optar por registrar o nome social. Para tanto, é necessário levar a certidão de nascimento, comprovante de residência, documento de identidade e o requerimento do uso do nome social
Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Defesa


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sexta-feira, 13 de maio de 2016

Concurso 2016 - EPCAR (Escola Preparatória de Cadetes do Ar).Vagas abertas para o sexo feminino

MULHERES NA EPCAR

O ano de 2016 está marcando um tempo de grandes conquistas para as mulheres que agora contam com oportunidades ampliadas de ingresso nas Forças Armadas.

Depois do Exército anunciar a abertura de vagas, para mulheres, na EsPCEx (Escola Preparatória de Cadetes do Exército) e EsSA (Escola de Sargento das Armas), para formação como Oficial e Sargento Combatente, a EPCAR (Escola Preparatória de Cadetes do Ar) também anuncia a oportunidade tão sonhada por meninas, na faixa etária do 14 aos 18 anos e com Ensino Fundamental, que antes eram impedidas, pela idade, de ingressarem nesta Instituição de ingressarem nesta Instituição. Até então, as mulheres só podiam ingressar na Força Aérea Brasileira com Nível Médio, Técnico ou Superior.

Esta medida irá oportunizar muitas meninas que sonham, desde cedo, construírem uma carreira pública militar. A EPCAR, além de oferecer o Ensino Médio a seus alunos destina-se a preparar, sob o regime de internato, jovens para o ingresso no Curso de Formação de Oficiais Aviadores da Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga/SP. O curso é realizado em regime de internato, com duração de três anos, onde os alunos, agora de ambos os sexos, contam com toda a infraestrutura como: estudo e formação por conta do Governo Federal, moradia, alimentação farta e sadia, assistência médica e odontológica, além de um salário  fixado por lei de R$ 936,00, entre outras vantagens. 

Portanto, se você é do sexo feminino, tem entre 13 e 16 anos e sonha seguir a carreira militar na Força Aérea Brasileira, esta é uma excelente oportunidade esperada a tempos por muitas meninas que tinham como única opção o C. MILITAR administrado pelo Exército que, apesar de oferecer uma doutrina dentro de uma disciplina militar só oferece o Ensino Médio.

Se você tem interesse em se preparar, mora em Niterói ou no Distrito Federal já estamos com turmas abertas em nossas Unidades presenciais e já, com uma programação de abertura de turmas em outras localidades do Território Nacional.

Também possuímos o material didático específico para este concurso e que pode ser adquirido em nossa Loja Virtual. 

Central de Atendimento: concursosmilitares@cursosena.com.br / (61) 8260-1688 (WhatsApp).

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Exército australiano abre vagas para militares brasileiros e de outras nacionalidades para os cargos de Praças e Oficiais - Diversas Especialidades

EXÉRCITO AUSTRALIANO CONVOCA MILITARES DO MUNDO TODO

A Austrália, por não ter como qualificar rapidamente a quantidade necessária de militares para completar os seus quadros de pessoal esta abrindo vagas para militares de diversas especialidades de qualquer nacionalidade.
Requisitos básicos: ter pelo menos três anos de experiência na especialidade desejada e ser, comprovadamente gabaritado, com algum conhecimento de inglês.
Todas as qualificações apresentadas devem ser acompanhadas de uma avaliação de equivalências. Esse processo deve ser realizado pelo requerente. Ha orientações sobre como fazer isso.
O mínimo para a entrada como soldado é ter concluído com êxito um nível de ensino equivalente ao ensino médio australiano (ano 10). O militar deve também ter concluído cursos de formação da força de defesa na especialidade que deseja e ter experiência equivalente a, no mínimo, 3 anos.  
O sistema de admissão de estrangeiros deve fechar em abril de 2016 para nomeação no ano de 2017. Está previsto a abertura de novos processos de seleção em maio de 2016 para admissão em 2018.
Abaixo as vagas e especializações oferecidas para Praças e Oficiais.
PRAÇAS
Militar qualificado para: Realizar inspeção, testes, reparos, fabricação, montagem, renovação e modificação de equipamento de segurança e sobrevivência das aeronaves.
Técnico de munição – SGT ou ST/SO.: Com especialidade em munições e explosivos, segurança de transporte de munições, garantia de performance, consultoria técnica, etc.
Analista de Operações de Inteligência: Qualificado na Inteligência do Exército.  Além de qualificações de inteligência do Exército, qualificações linguísticas avançadas e / ou experiência dentro de Operações Especiais são desejáveis.
Operador de sistemas de Artilharia: Operador técnico qualificado para estabelecer e manter o comando e o controle de artilharia digitalizados de gerenciamento de batalha etc. 
Observador de Artilharia – SGT  ou SO/ST: Qualificado para observar, localizar e processar os alvos, fixa ou asa rotativa aérea e naval de superfície. Observador moderno é treinado usando um sistema de gerenciamento de batalha e previsão de alvo. Observador de artilharia opera uma matriz de aquisição de alvos e equipamento de comunicações de combate para conduzir operações de apoio à ofensiva. 
Operador de VANT:  Qualificado para operar sistemas aéreos não tripulados, de meteorologia, de pesquisa e equipamentos de comunicações.
Especialista em CARGA: Responsável para embalagem, carregamento, seguro, descarregar e contabilizar carga diversa em todos os modos de transporte. Operar veículos e equipamentos com uma carga útil até e incluindo 100 toneladas.
Cavalaria – Todas as especialidades: Qualificado para conduzir, comando e manter a Veículo Blindado de Combate. Reconhecimento, vigilância, ofensiva e operações defensivas.
Sistemas de Comunicação: Qualificados para configurar, operar, manter, diagnosticar falhas e reimplantar Comunicações e Sistemas de Informação e gerenciar redes.
Motorista: Qualificado para operar e gerenciar veículos do Exército articulados pesados. Necessário conhecimento para carregar e descarregar um veículo e seus equipamentos associados com uma carga útil até e incluindo 55 toneladas. Capaz de conduzir veículos articulados pesados, incluindo caminhões-tanque com combustível líquido, semi-reboques, trens de estrada e Tanque.
Montador de Armamento – CPL e acima: Qualificado para inspecionar, classificar, reparação, modificar e recondicionamento de uma vasta gama de armas militares, equipamentos de engenharia em geral e pequenas embarcações.
Técnico em informática – Sgt. ou acima – Operar, planejar e gerenciar uma ampla gama de Sistemas de Informação, equipamentos, periféricos, acessórios, software, gestão de pessoal.
Operador de Guerra Eletrônica – CPL e SGT: qualificada para operar e realizar a manutenção de operador em uma ampla gama de equipamentos e sistemas de guerra eletrônica.
Mecânico: Qualificado para recuperar e realizar manutenção de Veículo, veículos blindados. Realizar uma ampla gama de tarefas de recuperação de apoio de equipamentos e operações militares.
Sniper – Qualquer graduação: O Candidato deve ser um Sniper qualificado.
Forças Especiais: Militar especializado em forças especiais .
Supervisor de Operações de infantaria – Sgt e acima: qualificado para nível de supervisão e possuir qualificações e experiência em contabilidade e  munições, combustíveis, rações, material etc.
Técnico em eletricidade (Eletricista): Qualificado para inspecionar, classificar, manter geradores de reparação, de refrigeração e ar condicionado, elétricos automotivos e frotas de distribuição de energia em campo.
Técnico Eletrônico: Qualificado para inspecionar, classificar, manter  geradores de reparação, de refrigeração e ar condicionado, elétricos automotivos e frotas de distribuição de energia em campo.
Mecânico de automóveis – SGT: Qualificado para inspecionar, classificar, manter, reparar, modificar, reconstruir e recondicionamento de uma vasta gama de veículos militares.
OFICIAIS
O Exército australiano está também admitindo oficiais experientes nas especialidades listadas a seguir. 
Piloto –  Piloto de aeronave de asa rotativa. Os pilotos devem ter um mínimo de 1.500 horas de experiência de asa rotativa e os registros de voo deve ser fornecidos junto com a manifestação de interesse. Pilotos na graduação de suboficial com a experiência adequada podem ser considerados.
Enfermeiros –  Enfermeiros qualificados com registro.
Médicos qualificados –  Com registro que pode ser transferido para a Austrália.
AVIÔNICA –  Aterramento elétrico, Software e coordenadores de vôo de teste. Qualificação desejada – Engenheiros no posto de CAPITÃO com qualificações quatro anos susceptíveis de serem verificados e certificados por engenheiros da Austrália. O candidato deve ter qualificações de engenharia reconhecidos pelo Instituto de Engenheiros da Austrália (IEAust)..
Engenheiro Elétrico e Mecânico qualificado com o grau de Engenheiro / coordenador aeroespacial no posto de CAPITÃO.
Corpo de Infantaria - O exército australiano tem uma prioridade para os oficiais especialistas em guerra eletrônica ou experiência em guerra cibernética. 
Corpo de Artilharia - Apoio Ofensivo qualificado com experiência anfíbia ou mecanizada.
Engenheiro - Combate Engenheiros de construção no posto de CAPITÃO.
Relações Públicas 
As forças armadas australianas possuem salários bastante similares. 
Segundo informações um soldado australiano tem salário inicial médio anual de cerca de 45 mil dólares australianos. Que equivalem a mais de  112 mil reais anuais. Ou cerca de 9 mil reais mensais. Clique aqui e tenha maiores informações
Os interessados pelas vagas de OFICIAIS podem realizar contacto  clicando aqui ou pelo email lateralrecruitment.docm@defence.gov.au
Os interessados pelas vagas a  Praças devem usar clicar aqui ou entrar em contato pelo  email dscma.osenlist@defence.gov.au
Ou mais informações / respostas para TODOS – NESSE FORMULÁRIO.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Sancionada lei que amplia licença-maternidade às militares



Licença de seis meses agora é lei para militares
 
As mulheres militares gestantes e militares (homens e mulheres) adotantes passam a contar com os benefícios que eram concedidos para as mulheres civis. A Lei nº 13.109, de 25 de março de 2015 , foi publicada na edição desta quinta-feira (26), no Diário Oficial da União. A legislação dispõe sobre licença à gestante e adotante. As medidas de proteção à maternidade para militares grávidas e a licença à paternidade no âmbito das Forças Armadas.

A lei assinada pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner, beneficia cerca de 23 mil mulheres e dá aos militares que obtiverem guarda judicial de criança 90 dias de licença remunerada, mas limita a 30 dias, no caso de adoções de menores com idade acima de um ano, mas pode ser prorrogada pelo período de 15 a 45 dias, dependendo de situações específicas previstas na lei.

Para o ministro da Defesa, Jaques Wagner, a aprovação da nova legislação é uma maneira de celebrar o Dia Internacional das Mulheres. “É para mim uma satisfação notar esses grandes passos dados pela Defesa na direção da equidade de gênero, e ajudar a assegurar que o ministério seja cada vez mais aberto para a contribuição profissional e atenciosa das mulheres brasileiras”, disse o ministro.

Com a lei sancionada, as futuras mães poderão mudar de função quando sua condição de saúde exigir – se devidamente atestadas pela Junta de Inspeção de Saúde das Forças Armadas - retornando ao cargo de origem logo após a licença. Outro benefício previsto na legislação garante às militares em amamentação um intervalo de uma hora, que pode ser dividido em dois períodos de 30 minutos, para descanso – até que o bebê complete seis meses.

A lei também diz que em casos de nascimento prematuro, a licença se inicia a partir do nascimento da criança. Também concede 30 dias de licença para as mulheres que sofreram aborto para tratamento de saúde. Diz também a lei que “o período de amamentação do próprio filho, até que este complete seis meses de idade, a militar terá direito, durante a jornada de trabalho, a uma hora de descanso, que poderá ser parcela em dois períodos de 30 minutos”.
A lei assegura também  o direito à mudança de função quando a saúde da militar gestante assim exigir. Mas será preciso avaliação pela Junta de Inspeção de Saúde das Forças Armadas.



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para ingresso na Carreira Militar

quinta-feira, 5 de março de 2015

Licença Maternidade - Nova Lei defende direitos das mulheres militares



Perto de comemorarmos mais um Dia Internacional da Mulher, o plenário do Senado aprovou no último dia 26/02/2015 um projeto de lei que amplia para seis meses a licença-maternidade para mulheres que são militares. A proposta, que segue para a sanção presidencial, equipara o benefício já existente para as servidoras públicas civis. . O direito é estabelecido no PLC 22/2013.

De autoria da Presidência da República, o projeto regulamenta o direito à licença-maternidade no âmbito das Forças Armadas. O projeto estabelece não só o direito à licença-maternidade, mas à licença-paternidade e à licença para adotantes.

O senador Jorge Viana (PT-AC) disse que a matéria o sensibilizou e ao presidente do Senado, Renan Calheiros.

—  Entendemos que esta é uma matéria que faz com que a deliberação do Senado se reencontre com os interesses da sociedade, especialmente o das mulheres — afirmou.

De acordo com o texto aprovado, a militar terá direito a licença-maternidade de 120 dias, prorrogáveis por mais 60, conforme previsto na Lei 11.770/2008. A prorrogação já é prevista para todas as servidoras públicas. A licença começará a contar do parto ou do nono mês de gestação, se for de interesse da gestante. Se o bebê for prematuro, o prazo contará a partir do parto.
Em caso de aborto, a militar terá direito a 30 dias de licença para tratamento da própria saúde. Além disso, a militar gestante terá o direito de mudar de função quando as condições de saúde assim exigirem, retornando após o término da licença.

No caso de nascimento prematuro, a licença terá início a partir do parto e, se for natimorto (feto que nasceu sem vida), a militar será submetida à inspeção de saúde e, se julgada apta, reassumirá o exercício de suas funções.

No caso das adotantes, o projeto garante licença remunerada por 90 dias à militar que adotar criança com até um ano de idade e por 30 dias quando se tratar de criança com mais de um ano. Já o militar que for pai, ou adotar uma criança, terá direito a licença de cinco dias seguidos.

O projeto estabelece ainda que, durante o período de amamentação do próprio filho, até que este complete seis meses de idade, a militar terá direito, durante a jornada de trabalho, à uma hora de descanso, que poderá ser parcelada em dois períodos de meia hora.

A aprovação do projeto foi apoiada por diversos senadores em plenário, entre eles José Pimentel (PT-CE), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Lúcia Vânia (PSDB-GO) e Gleisi Hoffmann (PT-PR).

Jorge Viana lembrou que, atualmente, as militares só têm direito a quatro meses de licença, enquanto as servidoras civis usufruem os seis meses. Pimentel classificou a aprovação da proposta como uma “correção nos direitos das mulheres das Forças Armadas”. Para ambos, é essencial que o país garanta os mesmos direitos das mães civis para as mães militares.

Randolfe acrescentou que já está comprovado cientificamente que apenas quatro meses de licença são insuficientes para um adequado cuidado do bebê. Lúcia Vânia disse que proteger a maternidade significa respeitar os direitos humanos e os direitos de família. Gleisi Hoffmann comemorou o fato de "a grande conquista” da licença-maternidade de seis meses estar sendo estendida às mulheres militares. No caso de aborto, atestado pela junta de inspeção, a militar terá direito a 30 dias de licença para tratamento da própria saúde.

O texto prevê ainda que, à militar que adotar ou obtiver a guarda judicial de criança de até um ano de idade, serão concedidos 90 dias de licença remunerada. No caso de adoção ou guarda judicial de criança com mais de um ano de idade, o prazo de que trata o caput deste artigo será de 30 dias. A proposta ainda contempla, pelo nascimento ou adoção de filhos, o militar com cinco dias consecutivos de direito à licença-paternidade.

Fonte: Folha Militar Online